Tudo estranho. Queria consertar o relógio das minhas horas, voltar os ponteiros, regressar no exato ponto em que parei. No ponto em que parei em que estava tudo sob controle... em que eu sabia o que sentia exatamente; não ficava entre sentir e contar a verdade; ou sentir e me manter nessa zona quase que confortável.
Amar o improvável. Eu poderia amar o fácil, o provável, o exato, aquele que moveria céus e terras por mim. E amaria demais... aliás, já provei o que é gostar desse alguém. Aí chega alguém pra bagunçar essa vida toda, alguém que não tem noção da dimensão desse turbilhão aqui, alguém que não se resolve: não me manda procurá-lo na esquina, mas também não me toma para si.
Sentimentos também cansam... desestimulam-se com o passar do tempo, murcham e acabam. Porque a relevância tem data de validade... e se mede na quantidade. Algumas pessoas podem ser extremamente relevantes hoje, porém amanhã não mais.
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