Escrevi muita coisa no outro blog. Mas deixa lá aquele blog - não tenho mais tanto contato com ele.
Pois é... passei no meu trabalho de término de curso, repleta de méritos; nem imaginava tirar um dez, ou merecê-lo. Não estava tão nervosa quanto imaginei, até que fui bem demais, comparando-se à minha apresentação de estágio. Recebendo um dez, quase pulei de alegria. QUASE. Pulei de alívio, isso sim. Mas minha alma, por dentro, está espremidinha, esperando um sim que não virá provavelmente, aguardando um não que é mais possível de se escutar. Estranho.
Só queria ser feliz logo. E nunca consigo. Nunca está tão bem, nunca é o suficiente, eu não sou completa. Pois bem. Preciso dar respostas a mim mesma, mas estou sofrendo por estar só. A solidão é algo tão... tão vasto, ao mesmo tempo tão vago... Solidão é a arte de se sentir só, sem necessariamente estar.
Preciso conversar com alguém, e esse alguém sabe disso. Sabe da minha angústia por saber a angústia desse alguém. E não há nada que eu possa fazer :(
"Porque ao longo desses [dias] que eu estive sem você, eu fiz de tudo pra tentar te esquecer... ahhh... já matei você mil vezes, e seu amor ainda me vem... então me diga quantas vidas você tem!"
Paulinho Moska é o poeta que introduz a minha vertente. Gênio que fala por mim, ainda mais neste momento, nesta música.
E para completar, ele diria: "Eu sei que amanhã el[e] volta com outro feitiço... mas hoje meu amor partiu, e nada vai... nada vai mudar isso".
Boa noite pra quem fica, ou pra quem vai. Boa noite a mim mesma, com sono e sonhos leves como ventos que eu experimentei há pouco.
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